Os 5 erros comuns do empreendedor brasileiro

por Adm. Esp. Fernando Reis Neto

Uma coisa é certa, o brasileiro é empreendedor. Estamos na 7ª posição no ranking dos países onde seu povo tem maior iniciativa para abertura de seu próprio negócio.

Mas temos também outro dado significativo, e este não nos traz glória: 2/3 das empresas abertas em nosso país fecham as portas ainda no segundo ano de sua existência.

Isso deveria nos levar à reflexão sobre os possíveis problemas que causam tamanha mortandade de nossas jovens empresas, mas acostumamos a encobrir os nossos fracassos colocando comumente a culpa em vários outros fatores, sendo o Governo o mais comum (leia-se: da falta de incentivos, ao excesso de impostos).

Se fizermos um brainstorm e buscarmos analisar os reais motivos dessa “quebradeira” que assola 66% dos empreendedores, constataremos cinco outros motivos pessoais que vão além da política e da iniciativa/dependência pública (e que Paretto não me permita errar):

1. Desconhecimento do negócio

Abrir uma empresa não é gastar em uma boa estrutura física, em um ponto com boa visibilidade ou em uma rua movimentada, nem depende exclusivamente da “qualidade” do produto. Abrir uma empresa é planejar, segmentar-se, explorar nichos, determinar seu público, fazer propaganda e fidelizar o cliente. Mas, acima de tudo, abrir uma empresa é conhecer o negócio.

Vai vender peixes? Ótimo… Qual tipo? De viveiro, ou de mar? Espécies populares ou mais “sofisticadas”? Vai comprar onde e de quem? Vai estar congelado ou fresco? Vai vender por posta ou inteiro? Vai vender “tratado”? Qual o seu horário de trabalho? Vai abrir de manhãzinha ou no “horário comercial”? Qual sua margem de lucro?

As respostas para as perguntas acima – e para várias outras – devem ser respondidas quando se pensa em abrir uma empresa. E o produto final do processo de conhecer e planejar a empresa é o que se chama de Plano de Negócios, um documento fundamental para qualquer empresa.

É o Plano de Negócio que demonstra, quando bem elaborado, todas as forças e fraquezas que o seu negócio possuirá e, com isso, dará subsídios para que suas forças e recursos sejam bem empregados para o sucesso do seu empreendimento.

2. Desconhecimento do público-alvo (seu cliente)

Nada é mais frustrante para um empreendedor que investir seus esforços e seus recursos em um negócio que não dá certo.

Você tem o produto certo, com um preço justo, um bom ponto de vendas e ótimas instalações, mas os clientes não aparecem. Onde está o seu erro?

Na verdade, a primeira pergunta que deve ser feita é: Quem é seu cliente? Já imaginou, abrir boutique de roupas finas em vilas de veraneio, na praia, em pleno verão? Não seria melhor abrir uma boutique da Havaianas, por exemplo?

A segunda pergunta deve ser: Minha estrutura física está condizente com meu produto e meus clientes? Imagine, se você abre a tal boutique da Havaianas na frente da praia, e seus funcionários usam roupas esporte-fino em uma loja com candelabros e lustres de cristal. Pareceu estranho? Pois é! O seu cliente também achará…

A estrutura física é parte importante da imagem que sua empresa quer construir. Se o seu público-alvo é fã de chinelos, e sua loja está situada numa praia, talvez fosse melhor optar por um ambiente mais despojado, (mas nem por isso desleixado). Conhecer os clientes é tudo!

3. Falsa sensação de liberdade (Descompromisso)

Esse erro é clássico: “cansei de trabalhar pros outros, vou abrir meu próprio negócio”.

E vai trabalhar para quem? Para o consumidor/cliente. Ou você acha que só por ser proprietário, o dinheiro virá andando para a sua caixa registradora? Ser dono do próprio negócio envolve compromisso e suor, simpatia e sangue frio, jogo de cintura e muita, mas muita lábia e paciência.

O consumidor/cliente potencial de seu produto/serviço é bem informado e exigente. Não se contenta com pouco e nem se convence com qualquer coisa, independentemente de sua classe social.

Hoje o empreendedor deve ter em mente que ele vai trabalhar até mais que quando tinha “carteira assinada”. O que vale nesse momento é a paixão pela idéia, acreditar no seu potencial e a vontade de colher – à médio ou longo prazo – os frutos de seu trabalho. É preciso pé no chão!

4. Ausência de Planejamento

Imagine: organizar suas férias dá trabalho? E suas finanças?

Você pode até conseguir viajar pelo mundo sem nem um centavo no bolso e voltar ileso para casa – Deus sabe quando –, mas até para ficar em casa sem fazer nada é preciso planejamento.

O Planejamento Estratégico da sua empresa é tão necessário quanto a sua presença física na empresa. É momento de investir, ou de aguardar? O concorrente está abrindo uma filial. Devo segui-lo? É no Planejamento Estratégico que serão desenhados os horizontes que seu negócio enfrentará e como ele se sairá nesses cenários.

Sem informação, o risco de tomar a decisão errada é enorme. E se você não souber quem é, e nem para onde vai, aí, sim, não vai ter jeito: você corre o seríssimo risco de ir à pique.

5. Incompetência Administrativo-Financeira

Dinheiro da empresa é da empresa. Seu dinheiro é da empresa. O dinheiro da empresa não é seu.

Pode parecer estranho estar dizendo isso, mas muitos empreendedores tem a falsa impressão que o faturamento é lucro e se está no caixa, pode simplesmente pegar e sair para “curtir o sucesso”.

Uma empresa tem contas a pagar, como se fosse uma pessoa física: impostos, salários, manutenção do prédio, fornecedores, investimentos etc. Se for seu hábito pegar uns trocados do caixa, saiba que isso pode levá-lo à falência logo logo. É o pouco que entra todo dia que faz o muito do faturamento mensal.

E se você é daqueles que pegam o dinheiro no caixa e esquece que pegou, pior ainda… Você pode achar, no final do mês, que sua empresa está dando prejuízo, quando na verdade ela está indo muito bem. Pense nisso!
Esses são os cinco principais fatores pessoais que podem “quebrar” uma empresa. São falhas comumente apontadas em diversas pesquisas sobre empreendedorismo e que, infelizmente, ainda são reproduzidas nos ambientes de negócios.

No Brasil, existem empresas, organizações e serviços voltados exclusivamente para o empreendedor e para o micro e pequeno empresário, que vão desde o assessoramento na papelada de abertura da empresa, até concessão de empréstimos com juros e prazos subsidiados.

Infelizmente, ainda é burocratizado e longe do ideal, mas buscar auxílio de quem tem experiência e competência para deslanchar suas idéias em um negócio produtivo é o melhor a ser feito. É mais fácil administrar o que começa certo, do que remediar o que começou errado.

Por isso, se for abrir uma empresa, pense muito bem no que pretende por no mercado. Planeje, calcule, busque auxílio de profissionais habilitados, mude hábitos e prepare-se: o mundo da Administração é maravilhoso, mas é tão melindroso quanto uma estrada sinuosa em dia de chuva. Use a velocidade correta e tome as decisões acertadas, senão você pode derrapar na primeira curva com conseqüências inesperadas. Boa sorte!

Fernando Reis Neto é administrador formado pela Universidade Federal de Sergipe e Pós-Graduando em Gerenciamento de Projetos pela Universidade Tiradentes. Atualmente trabalha como Técnico em Planejamento.

Fonte: http://www.sobreadministracao.com/os-5-erros-mais-comuns-do-empreendedor-brasileiro/

FGA ajuda a definir objetivos para laboratório

Há 34 anos no mercado, o Laboratório Rocha Lima, em São Caetano do Sul (SP), atuava num modelo de gestão que já dava indícios da necessidade de alterações significativas. Rafael de Menezes Padovani, sócio-diretor do laboratório tinha um pensamento: era preciso mudar para voltar a crescer. Foi por meio do Programa Ferramentas de Gestão Avançada (FGA) do SEBRAE que o empresário pode traçar novos objetivos estratégicos para a empresa.

No ano passado, impulsionado pelo programa, o negócio começou a dar resultados positivos e a crescer. Segundo Rafael, “já se podem ver os resultados deste programa na melhoria de nossos processos, no aumento no fluxo de nossos clientes e consequentemente no faturamento da empresa”. A consultora Tânia Macriani, da MHD Consultoria, acompanhou de perto o trabalho realizado para melhorar os objetivos estratégicos do laboratório.

Para o empresário, o FGA representou um marco de transformação na competitividade do Laboratório Rocha Lima. “Com sua metodologia prática, o Programa FGA facilitou o direcionamento estratégico do negócio, nos ajudou a traçar os objetivos da empresa, mostrou ações e indicadores que contribuem para o desempenho positivo de nossa trajetória”, afirma Padovani.

Na Foto: Planejamento bem estruturado para o ano de 2010 nas atividades do Laboratório Rocha Lima.

LEITURA: Empreendedorismo na Prática

“Empreendedorismo na prática”, de José Dornelas, trata do fazer acontecer pela ótica dos empreendedores brasileiros que já são bem-sucedidos. Seu diferencial está na aplicabilidade imediata dos conceitos.

O livro “Empreendedorismo na prática”, de José Dornelas, está estruturado de forma a permitir ao leitor o entendimento do porque se busca tanto rotular o que é ser empreendedor. Logo de início, coloca-se em discussão a grande ênfase que se dá na definição do perfil do empreendedor de sucesso, mostrando argumentos contrários e a favor desta linha de pensamento.

Em seguida, propõe que não existe um perfil único de empreendedor, e apresenta-se vários tipos de empreendedores. A parte central do livro é destinada ao entendimento do mais completo estudo realizado no País com empreendedores de sucesso. A partir de 399 entrevistas realizadas com empreendedores de vários setores, mitos são derrubados, verdades ratificadas, e muitas dicas e recomendações dos próprios empreendedores são apresentadas para tentar facilitar a jornada dos que pretendem empreender ou já estejam engajados no dia-a-dia do negócio próprio.

O leitor também tem acesso a um conjunto de testes e a uma versão especial do jogo de empreendedorismo Ottomax para desenvolver suas habilidades empreendedoras.

Palestrante, consultor, autor de livros best-seller e professor nas principais escolas de negócios do País, esta é a publicação mais recente do especialista.

Fonte: http://www.josedornelas.com.br/artigos/empreendedorismo-na-pratica/

Programa FGA na gestão interna e de negócio

O Programa Ferramentas de Gestão Avançada (FGA) já apresenta indícios do seu sucesso. Um exemplo é a Gaslar, empresa paulista do ramo do varejo de produtos domésticos, que com o apoio da MHD Consultoria conseguiu definir o futuro do seu empreendimento.

Com a ajuda da consultora que integra o FGA, Tânia de Almeida Macriani, da MDH Consultoria, a Gaslar passou a resolver pequenos problemas em sua empresa que poderiam comprometer o sucesso desse empreendimento, que perdura há três gerações (desde 1953).

A frequente falta e atraso de funcionários nos anos de 2008 e 2009 foi um dos problemas diagnosticados durante o FGA. A identificação da responsabilidade de cada membro da empresa, além da distinção nos níveis de conhecimento, experiência e produtividade de cada um foi imprescindível para sanar o problema e estabelecer critérios para promoções, o que passou a motivar a equipe como um todo.

A MHD Consultoria, através da metodologia do FGA, apoiou os empresários no desenvolvimento de um Plano Empresarial que contempla uma nova Visão e Missão para a Gaslar. Foram traçados objetivos, metas e indicadores para direcionar os negócios da empresa, aperfeiçoar a gestão e aumentar a competitividade no mercado.

Para ampliar o atendimento da empresa, o estoque teve seu espaço otimizado, podendo liberar uma área para o show room da empresa, que passou de 200m² para 360m². Com isso, a Gaslar pode ampliar o seu mix de produtos a mostra e oferecer mais soluções para seus clientes.

“A grande diferença do Programa FGA com a graduação numa faculdade é que o programa do Sebrae é uma ferramenta prática, ajuda a organizar idéias, controlar atividades e resultados e faz com que a empresa esteja na mão. A Gaslar já está caminhando rumo a um futuro mais claro e promissor, temos para onde ir, temos condições de chegar lá, e o que é melhor, temos condições de vencer”, conclui o sócio-proprietário da Gaslar, André Ramos Alcantara.

O planejamento que está sendo colocado em ação na Gaslar prevê ainda a captação de patrocínio de fornecedores. Diversas empresas estão apostando no sucesso da Gaslar para expor suas marcas no ponto-de-venda que agora está ampliado. Além disso, a empresa, muito em breve, vai lançar-se no segmento de assistência técnica a domicílio, aproveitando sua tradição de 50 anos de mercado.


Da esquerda para direita: a consultora Tânia com os empreendedores Raquel, Fernanda, Iberê, Maria Helena (na frente) e André, que compõem as três gerações que administram a Gaslar

Sinais de desmotivação

por Tom Coelho

O entardecer do domingo oferece uma sensação de angústia diante do início de mais uma semana de trabalho que se avizinha. Você logo imagina o desconforto de levantar-se cedo e encarar um pesado trânsito – ou transporte público lotado – até sua empresa, onde reencontrará colegas com os quais mantém um relacionamento superficial, caixa de entrada de e-mail cheia e reuniões intermináveis que parecem não levar a ações concretas. Um almoço insípido, alguns telefonemas e uma eventual discussão podem completar uma rotina que se estenderá até a sexta-feira ou o sábado, quando finalmente a alegria se manifestará com uma pausa em suas atividades profissionais.

Se você se identifica com o cenário acima é porque sinais de desmotivação bateram à sua porta. Você se sente desanimado com tudo, sem notar que animus representa o princípio espiritual da vida, do latim anima, ou o sopro de vida. Assim, estar desanimado é estar sem alma, sem espírito, sem vida. Basicamente, esta situação pode decorrer de um aspecto interno, a falta de entusiasmo, ou externo, a falta de reconhecimento.

A perda de entusiasmo é um processo endógeno, ou seja, inerente a você. Ela parte de dentro para fora e pode ser consequência de diversos fatores. Primeiro, de um trabalho desalinhado com seus propósitos, em especial missão e visão. Se a sua atividade não guarda sinergia com os objetivos que você determina para seu futuro, é natural que gradualmente o interesse se desvaneça, porque você não enxerga sentido no que faz.

Além disso, há que considerar a influência do ambiente de trabalho - coisas e pessoas. Uma infraestrutura inadequada, formada por equipamentos ultrapassados, que comprometem um bom desempenho profissional, associada a um clima de trabalho tenso em virtude de desarmonia com os colegas, certamente prejudicam seu estado emocional.

Outra variante possível é o que denomino de "síndrome da cabeça no teto". Isso acontece quando mesmo dispondo de boa infraestrutura, clima organizacional favorável e atividade sintonizada com seus objetivos pessoais, a empresa mostra-se pequena para seu potencial. Neste contexto, você se sente maior do que a estrutura que lhe é oferecida e percebe que seu crescimento está ou ficará limitado.

Todas estas circunstâncias conduzem a um crescente desestímulo. A apatia floresce, o desalento toma conta de seu ser e o entusiasmo se despede. E quando remetemos à raiz grega da palavra entusiasmo, que significa literalmente "ter Deus dentro de si", compreendemos a importância de cultivá-lo para alcançar o sucesso pessoal e profissional.

Já a falta de reconhecimento é uma vertente exógena, ou seja, dada de fora para dentro. Em maior ou menor grau, todas as pessoas precisam de doses de reconhecimento. Aqueles dotados de uma autoestima mais elevada conseguem saciar esta necessidade individualmente. Porém, em especial no mundo corporativo, espera-se que nossos pares, e mais ainda, os superiores hierárquicos, demonstrem reconhecimento por nossos feitos, seja como identificação ou por gratidão.

Este reconhecimento pode vir travestido por um sorriso ou um abraço fraterno, congratulações públicas ou privadas, recompensa financeira ou promoção de cargo. Mas é fundamental que se demonstre, pois funciona como combustível a nos mover em direção a novas realizações, maior empenho e satisfação.

Em regra, note que aplacar os sinais de desmotivação depende exclusivamente de você. Em princípio, esteja atento para identificar estes sinais. Em seguida, procure agir para combatê-los. Isso pode significar mudar ou melhorar o ambiente de trabalho, buscar relações mais amistosas com seus colegas, alterar sempre que possível sua rotina, perseguir novos desafios, estreitar o diálogo com seus supervisores. E, num extremo, até mesmo mudar de organização se for preciso, planejando sua saída com consciência e racionalidade.

Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Tem especialização em qualidade de vida, empreendedorismo e marketing, e mestrado em saúde e segurança do trabalho.

Fonte: RH.com.br

Marketing Interno como diferencial competitivo

por Bernadette Vilhena

O marketing, originalmente, tem raízes na economia, e alçou vôo próprio quando se constatou que a base de conhecimento para o seu uso precisava ser mais abrangente, compreendendo, entre outras disciplinas, a sociologia, antropologia, estatística e psicologia. Percebe-se que a utilização de estratégias de marketing pelas empresas é muito comum, pois a preocupação com a conquista e fidelização de clientes é uma constante.

Um erro frequente no universo empresarial é a pouca ou nenhuma atenção ao endomarketing, ou marketing interno, desperdiçando assim uma ferramenta importante para a conquista da competitividade.

A formatação da moderna gestão empresarial se baseia, dentre outras, na atenção aos funcionários, pois é no interior das empresas que os indivíduos passam a maior parte de seu tempo, sendo importante elemento no desenvolvimento de produtos e serviços. Logo, ouso afirmar que um caminho essencial para atingir o padrão de gestão emergente é a prática do marketing interno!

O objetivo do marketing interno é criar uma consciência empresarial através da missão, valores, procedimentos, comunicação eficaz e um clima organizacional positivo. É transformar cada funcionário em um aliado na consolidação da imagem positiva da empresa.

A insatisfação de um cliente externo sobre algum produto ou serviço tem um impacto negativo junto aos demais consumidores, mas também se o funcionário deixa de ser um bom divulgador da empresa para qual trabalha, além de promover um marketing externo depreciativo, ele acaba pouco a pouco contribuindo para o desgaste das relações de trabalho, comprometendo a qualidade de produtos e serviços.

Antes de atingir o mercado externo é preciso que os gestores cuidem para que os funcionários acreditem na qualidade do que produzem e saibam seu real papel na produção dos mesmos. Um passo importante em uma ação de marketing interno é fazer com que a comunicação em todos os níveis seja clara e objetiva. Informações sempre circulam, mas é preciso que circulem adequadamente e a favor de melhorias contínuas na empresa.

A implantação de um canal de informação satisfatório (boletins informativos, painel de notícias em locais estratégicos, mala-direta, intranet etc.) estabelece com o funcionário um relacionamento de parceria, de produtividade e consegue-se a diminuição significativa dos incômodos boatos.

Empresas de destaque como a Disney World, Vale, Lojas Renner e Magazine Luiza já perceberam a importância da atenção aos clientes internos e trabalham constantemente para o desenvolvimento de seu potencial. Agora é a sua vez de pensar como está a relação da sua empresa com seus colaboradores e o que pode ser feito para melhorá-la. Comece com o primeiro passo: preocupe-se com isso!

Bernadette Vilhena é pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas. Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.

Fonte: Dinheirama.com

Interfaces, de José Alberto Aranha

O livro apresenta os tipos de indivíduos que fazem parte da atmosfera inovadora e como funciona o processo de geração do conhecimento e sua transformação em produtos ou serviços. Com foco na área educacional, o autor descreve ainda, o perfil do profissional empreendedor e reforça a importância de estimular o empreendedorismo nas escolas.

Engenheiro químico por formação, José Alberto Aranha é diretor do Instituto Gênesis da PUC-Rio e membro do Conselho Consultivo da Endeavor Brasil. Também já foi diretor da Anprotec - associação brasileira de incubadoras e empresas de tecnologia - e fundou a Rede de Incubadoras do Rio de Janeiro (Reinc). Há mais de uma década ele estuda os ambientes inovadores e as relações interpessoais. O resultado está em "Interfaces: a chave para compreender as pessoas e suas relações em um ambiente de inovação", que discute a gestão de pessoas em ambientes inovadores de forma a estimular a criação de empreendimentos, produtos e serviços. Para Aranha, os espaços criativos são diferentes dos ambientes tradicionais, que podem limitar os processos criativos.

De forma abrangente, a obra apresenta os tipos de indivíduos que fazem parte da atmosfera inovadora e como funciona o processo de geração do conhecimento e sua transformação em produtos ou serviços. Com foco na área educacional, Aranha ainda descreve o perfil do profissional empreendedor e reforça a importância de estimular o empreendedorismo nas escolas. Além disso, o autor dá dicas para identificar a inovação no ambiente corporativo e também os motivos que impedem que ela se desenvolva. Editora Saraiva.